Ontem escrevi-te, no meio do trabalho e da chuva, Escrevi-te como se te visse ali, talvez Comovido de ver-me mulher atarefada de pequeninos, talvez Curioso, talvez Silêncio.... Trago-te muito nos dias, como se traz tudo o que nunca se esquece e tudo o que se usa para ser gente. Trago-te como uma mão essencial à sabedoria de mexer no mundo.