Da primeira vez foi na garganta, nas vísceras,
a bofetada de perder um filho imaginário, a incredulidade.
Quando repeti a película respirei fundo,
(não me apanhas, já sei ao que vou)
arrumei a fina lâmina dos pulsos e recostei-me a olhar, só.
E vi
a saudade,
a ladainha da cabeça sem descanso possível,
as lágrimas sem mais água,
a paz então de ver um filho a brincar aos soldados,
de idade cumprida,
a rendição. Finalmente estender a mão e dizer
Adeus.
E o teatro, que arrepio, o teatro!...