Os gestos repetem-se, o pano na cadeira a empurrar os restos da fome, a lixivia, baixa levanta sacode o tapete, pilha de pratos, a vassoura a esmigalhar o chão. Coreografia que o corpo aprende até sobrar apenas essa linguagem de braços e pernas de oficina, nada mais. Nenhum violino.
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