Pedalo mais rápido e o vento passa-me as mãos debaixo do vestido. Poeticamente, digo-o.
Era um barzinho de embriaguez, casa de banho ao xadrez. Chamavam-lhe amor.
A mulher da praça tinha os olhos cor de folhas verdes vistas dentro de lentes de ambar e poucas palavras a rir, como as crianças em frente a adultos de salto alto curvados sobre as suas cabecinhas entrançadas.
Quando a menina corre o vestido fica para trás, pendurado no ar.
Dormir custa como um calo. Amanhã, amanhã, amanhã, aperta, aperta...

